quinta-feira, 10 de abril de 2014

Canela, uma maravilha que vem do oriente.

Meia colherinha de café por dia de canela pode fazer a diferença em sua saúde. Os benefícios são vários e, com certeza, você pode se beneficiar com um ou mais deles. Experimente colocar uma borrifada de canela em seu cafezinho, café com leite ou leite puro, pelo menos uma vez ao dia. Além de provocar um delicioso aroma, ajuda a apurar o sabor.

A canela é excelente especiaria para se utilizar na culinária para temperar, carnes, ensopados e molhos. em bolos, pães e diversas sobremesas uma boa pitada favorece o sabor e o aroma.

O que é a canela?
A canela é uma pequena árvore que se encontra comumente na Ásia do Sul e a região de Oriente Médio. A canela que compramos tipicamente em supermercados é realmente o córtex desta árvore, vendido como pau ou em um pó. Os dois tipos mais populares de canela são Ceilan e a casia, que se derivam de diversas árvores. Continue a leitura e saiba tudo sobre a marvilhosa especiaria!.

Visite o site: Dicas da Nutricionista

Canela: Rica em polifenóis e antioxidantes, esta especiaria melhora a atividade da insulina, ajuda a estabilizar os níveis de açúcar no sangue e reduz a compulsão por carboidratos e doces. Assim, colabora para evitar o sobrepeso e o acúmulo de gorduras na região abdominal e mantém a produção de serotonina em equilíbrio.


segunda-feira, 7 de abril de 2014

Proteja sua esponja contra bactérias.

Na cozinha, no banho, na maquiagem, em qualquer tipo de limpeza é comum o uso de esponjas de espuma, que costumam acumular muitas bactérias e devem ser substituídas, de acordo com o uso, pelo menos uma vez por semana. Entretanto é muito simples as mantar sempre limpas e pronta para usar de novo.
 

É indispensável que após o uso elas sejam lavadas com água e um bom detergente ou sabão neutro, em pequena quantidade. Enxaguar bem para tirar todo resíduo de sabão e espremer bem para tirar o máximo da água que puder. IMPORTANTE! As espumas têm não podem ter nem um fiapinho de metal, restos de palha de aço, etc., pois é sabido que metal e forno de microondas são completamente incompatíveis!

Como conservar seus cílios postiços!

Embora o mercado ofereça cílios de preços e qualidade variáveis, algumas vezes vale à pena não os descartar após a primeira utilização, tendo o cuidado de os manter limpos e secos em uma embalagem apropriada, como a que veio na compra.
 Clique na foto e veja onde comprar.
A imagem acima mostra uma caixa com 10 pares de uma loja virtual (Dreammy Shop). A Rede costuma ter ótimos preços. Antes de fazer compras pela internet, procure informações sobre o site!

Uma dica para durabilidade de seus cílios postiços:
1. Após retirar os cílios, tire o excesso de cola, cuidadosamente com as pontas dos dedos.
2. Pegue um cotonete, umedeça-o com um líquido especial de retirar maquiagem (de preferência, bifásico como o da Nívea, Neutrogena, Payot e Clinique. Já usei todos e o melhor custo benefício é o Deep Clean da Neutrogena. Com os cílios na palma da mão, limpe-os cuidadosamente com o cotonete sempre úmido,utilize o outro lado do cotonete para tirar o excesso e verificar se ficaram limpos.
3. Agora pegue coloque algumas gotas de shampoo infantil neutro da Johnson sobre os cílios (na palma da mão) e com a ponta do dedo, faça a limpeza. Enxague com água filtrada até tirar todo o shampoo. Segue com papel toalha, lenço de papel ou um guardanapo de papel que não esfarele. Coloque os cílios de volta na embalagem e aguarde a próxima vez! O shampoo Johnson é ótimo para lavar os olhos, após tirar a maquiagem com o líquido bifásico. Não arde!

domingo, 12 de fevereiro de 2012

Novas tecnologias interagem com o usuário e alteram o seu comportamento.

O Brasil está entre os países que têm o maior número de celulares, registrando em setembro de 2011 aproximadamente, 230 milhões de linhas habilitadas o que significa um ou mais celular por habitante.

O celular foi a primeira mídia portátil a aparecer no mercado que mais alterou o comportamento dos usuários no mundo todo! Em seguida, uma parafernália de aparelhos portáteis miniaturizados foi sendo lançada no mercado, imediatamente absorvida pela população e utilizada pelos meios de comunicação de massas.

Esta revolução tecnológica e convergência midiática têm promovido uma alteração comportamental, principalmente nos países em desenvolvimento e os que ainda são chamados de terceiro mundo, nem sempre para melhor!

Etiqueta e boas maneiras, no passado, eram consideradas parte da educação de "berço". Com o celular, desde sua chegada ao mercado consumidor, a afirmativa passou a ser falsa, uma vez que não havia precedente parecido nas gerações anteriores.

O bom senso, entretanto, sempre deveria prevalecer, mas não é o que acontece, desde então e parece que as boas maneiras e respeito, para a maioria, deixaram de existir. Sim, respeito! Ao soar o toque de um celular, as pessoas que baixaram toques semelhantes, interrompem qualquer conversação, ansiosamente, para verificar se o aparelho que chama é o seu, ignorando completamente quem está à sua frente ou a seu redor. Ao identificar o chamado, responde normalmente em voz alta, iniciando uma conversação com a pessoa do celular, quase sempre sem pedir licença ou se desculpar, são raros os casos de urgência. O que pode ser mais urgente do que dar atenção e respeito à pessoa que está a seu lado?

Em locais públicos, bares e restaurantes, os usuários (e viciados) gritam, uma vez que não conseguem ouvir direito, acham que o seu interlocutor é surdo ou está igualmente num local de muito barulho. A privacidade vai para as cucuias! Ouve-se o que quer e o que não se quer.

Os iphones e tablets são igualmente manipulados a qualquer hora e local, sem falar nas pessoas que já nem sabem viver sem o fone de ouvido do ipod ou iphone, alheios ao que acontece.

É aconselhável e desejável, é claro, que se desligue ou coloque no modo silencioso o seu celular em várias situações e locais como: consultórios médicos, restaurantes, principalmente se está acompanhado por uma ou mais pessoas (mesmo que sejam de sua intimidade), velórios, igrejas, teatros, cinemas, e tantos outros lugares que o bom senso vai sempre acusar.

Nem mesmo seria necessário, por exemplo antes de uma palestra, que se solicitasse aos participantes que desligassem os seus respectivos celulares e smartphones. O ressoar de um celular atrapalha e interrompe qualquer aula, palestra, discurso, teatro e filme em uma sala pública.
Algumas regras e mandamentos para o uso do celular, tablet ou aparelho similar:
1. Coloque o seu aparelho a seu serviço e jamais se torne seu escravo.
2. Aprenda a desligar o aparelho e a se desligar dele.
3. Fale em voz baixa, pois cada aparelho celular tem um amplificador e do outro lado da linha um interlocutor que poderá informar se está ou não ouvindo bem.
4. Desligue o celular ou coloque-o no silencioso, sempre que estiver conversando com uma ou mais pessoas. Em um encontro social, ou qualquer evento em que esteja diretamente em contato com outras pessoas. É de bom-tom que o faça na frente de todos para que sigam o exemplo. Por outro lado isto demonstra boas maneiras e, principalmente, mostra que você está dedicando total atenção ao encontro. Simpático, não?
5. SEMPRE peça licença para atender a uma chamada, e o faça somente se for muito necessário, pois pelo visor é possível identificá-la. E, caso tenha mais de uma pessoa no grupo, afaste-se para falar mais à vontade. A privacidade é um direito de todos.
6.Respeite e lei e jamais atenda, fale, ou envie mensagens do seu telefone ao dirigir um carro. Não é só sua segurança que está em jogo, mas a dos outros motoristas e, principalmente, de seu bolso.
7. Não use o celular de outra pessoa.
8. Não coloque o celular sobre a mesa em restaurantes, mantenha-o no bolso ou bolsa. Muitas pessoas o fazem e não conseguem tirar os olhos do aparelho e, quando ele toca, sacam dele como se fosse uma arma.
9. Expressamente proibido: levar o celular para o banheiro; deixar mensagens muito longas em seu ou de outrem; manter o celular ligado em funerais, casamentos, coquetéis, aulas e qualquer local onde seja restrito o seu uso ou exija silêncio e respeito.
10. Aja sempre com bom senso, respeito, superioridade (homem/ máquina), pois a dependência é quase a mesma que se tem de uma droga qualquer. Reflita.

Você mesmo pode completar esta lista com suas próprias observações e experiências!

sábado, 8 de maio de 2010

Los Angeles County Museum of Art


Cheguei ao museu bem antes da hora de sua abertura devido a uma informação errada sobre o horário de funcionamento. Estava em LA para uma temporada de 30 dias em julho de 2009.

Para não perder a viagem, resolvi esperar pelo tempo que faltava e segui para o parque que faz parte do complexo do LACMA, mas antes entrei num restaurante e pedi um café “para levar” (um copo grande com uma tampa de plástico, que é visto nas mãos de muitas pessoas nas ruas lá nos Estados Unidos).
Ao entrar no parque vi uma senhora que se sentara num banco de concreto, sob uma bela e grande árvore. Ela fazia anotações em um caderno sobre a mesa, igualmente de concreto. Aproximei-me e perguntei a que horas o museu abriria, pois já haviam me informado dois horários diferentes.
Com muita segurança ela me respondeu e minha próxima pergunta foi se ela também esperava para visitar o museu.
- Não. Aqui é meu escritório!
Reparei, então que ela tinha uma grande sacola sobre o banco, livros e outros objetos.
- Sofro de claustrofobia e venho aqui trabalhar, estou escrevendo um livro.
Curiosa, disse:
-Deixe-me apresentar: - Sou Suzely, do Brasil e resolvi passar a manhã visitando o museu, mas fui informada de que o de Arte Contemporânea e o de Arte Moderna só abrem ao meio-dia e que este abriria às 9 h. Posso me assentar aqui com você?
- Sim, sou Rosa.
Minha curiosidade estava aguçada e iniciamos uma conversa.
Pelo seu sotaque percebi que ela não era americana. Russa, disse ela, nasci na Rússia e moro aqui há alguns anos.
Escrevia um livro sobre “Kharma”.
Havia escrito um livro em 2004, mas o perdera. Cansou de procurá-lo e depois desistiu por entender que “ELE” (Deus) não lhe havia dado permissão, caso contrário o teria encontrado. Escrevia tudo à mão pelo fato de não ter um computador.
Entre várias passagens de sua vida que me narrou, tivera uma filha, mas não sabia dela, pois teve um problema de amnésia por vários anos.
Conversa vai, conversa vem, o tempo passando e nós duas ali sentadas. Despreocupada com horário ali continuei escutando atentamente o que me contava aquela pessoa diferente, culta e interessante.
Onde você mora, perguntei. – Aqui mesmo e, tudo que tenho está aqui nesta sacola.
-Aqui no parque? Perguntei incrédula. –Sim.
Percebi, enquanto conversávamos que Rosa era cumprimentada por muitas pessoas e babás que ali estavam com as crianças. Afinal o parque, além de lindo, limpo e agradável, é público. Uma senhora se aproximou com um pacote e uma garrafa de refrigerante. Rosa agradeceu e me contou que era seu almoço. Pessoas generosas sempre lhe traziam comestíveis.
Despedi-me e fui visitar o museu, aliás, um dos museus que fazem parte do complexo LACMA.
No dia seguinte retornei ao LACMA para visitar outras exposições e lá estava a Rosa cercada de pessoas. Tinha estendido um lençol no chão ao lado de sua sacola e ao me ver acenou a mão. O dia estava lindo. Fiquei imaginando como é que seria a vida de Rosa durante o inverno e nas temporadas de chuva, mas depois notei que há muitos lugares para ela se proteger e, com aval dos seguranças do museu! Rosa, um exemplo da vida simples e cheia de histórias e aventuras.

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Mudanças Possíveis e Desejáveis


Terminamos 2009 e logo concluiremos mais uma década onde presenciamos, entre tantos fatos inéditos e inesperados, a eleição de Barack Obama, o primeiro presidente afro americano dos Estados Unidos, como o negro é chamado lá no território do tio Sam, e que nós brasileiros denominamos mulato, a boa mistura de branco com negro. Famosas e aplaudidas são nossas mulatas, mulheres lindas. Já nossos mulatos e negros sobressaem-se no futebol, no carnaval e na música popular (o que mostra os talentos de uma raça com dons especiais). Lamentavelmente, ainda é insignificante o número de pessoas da raça negra que tem acesso às universidades, aos cargos públicos, às câmaras municipais e ao Congresso Nacional. Poucos tem destaque econômico-social, como consequencia de tantas barreiras ainda existentes, entretanto a competência e o merecimento sempre sobressaem independentemente de raça ou credo.

No poder judiciário, aqui no Brasil, a década também contemplou a raça quando, em 2004 a primeira mulher negra, a baiana Neuza Maria Alves da Silva, que já estava magistratura federal desde 1988, foi promovida por merecimento, para o cargo de Desembargadora junto ao Tribunal Regional Federal da 1a. Região, sediado em Brasília. Vale lembrar outra baiana que foi a primeira juíza negra em 1984, Luislinda Dias Valois Santos e o primeiro Ministro negro no Superior Tribunal da Justiça (STJ), nomeado em 2008, que foi o desembargador Benedito Gonçalves, do Rio de Janeiro. Um marco para nossa história e para nosso camuflado racismo ”à brasileira”, que cerceia, ainda, iguais oportunidades para todos, apesar das leis existentes (aliás, papel aceita tudo!). Entretanto percebemos a vitória da inteligência, competência e do merecimento.

Desde 2003 o primeiro ministro negro nomeado pelo presidente Lula para o Supremo Tribunal de Justiça (STF) tem surpreendido e agradado a maioria dos brasileiros e, para nosso orgulho, é um “filho de Minas”, sim, um mineiro de Paracatu, uai! Com um invejável currículo, Joaquim Barbosa tem sido aplaudido, como um homem de coragem, culto, brilhante e competente.

Com ideias inovadoras e enfrentando grandes desafios, ele á a favor do aborto, é contrário ao poder do Ministério Público de arquivar inquéritos administrativamente ou de presidir inquéritos policiais e, principalmente, entre tantos outros de seus posicionamentos, ele é totalmente contrário ao foro privilegiado para autoridades, o que tem o apoio da maioria dos brasileiros.

Considerando que o foro privilegiado é, como nos tem sido mostrado, sinônimo de impunidade, todos queremos acabar com esse mal. Colocar um fim nos ”mensalões”, “valeriodutos”, distribuição de “panetones” e “propinas”;"fantasmas, “laranjas”, “caixa dois”, “orações para o Durval”, “exploradores da fé” e tantos outros crimes até agora impunes. A impunidade é a semente do maior atentado contra a dignidade e segurança do povo brasileiro, assassina da ética e incentivadora da corrupção. É um câncer social.

O ano 2010 chega acenando possibilidade de mudanças. Ano eleitoral de caça ao voto. Difícil para o leitor considerando que quase todos os partidos políticos estão envolvidos em escândalos e poucos são os candidatos probidosos e idôneos, que realmente têm compromisso real com a democracia e o povo.

Que Deus nos inspire e proteja para mantermos vivas as nossas esperanças!
Feliz 2010!

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Uma doença nada contagiosa, mas que todos teremos!

Chamava-se Francisca a minha avó. Não me lembro qual a razão de seu apelido ter sido, durante quase toda sua vida, Filha, para os familiares e amigos mais chegados.

Filha ficou viúva aos 19 anos de idade. Com 3 filhos, dois homens e uma mulher, a minha mãe, a sua primogênita, Yara, que viria a se casar aos 16 anos, dois anos mais que sua mãe, ao contrair matrimônio com Agostinho.

Com apenas 15 anos de diferença de idade entre as duas, Francisca se tornou avó de sua primeira de muitos netos, aos 32 anos de idade! Viúva, nova e bonita, mas avó! Naquela época, ser avó significava estar velha.

Assim, quando nasci e logo em seguida outro irmão, aos 35 anos de idade Francisca já ouvia o coro de suas netinhas tagarelas gritando vovó pela casa, já que o netinho era recém-nascido!
Fez um pacto com as meninas:
- Chamem-me de mamãe e de mãezinha, a sua mãe! Pacto este que ela sempre negou ter acontecido, negando sua vaidade de não denunciar sua situação de avó, publicamente.

Quando alguém nos ouvia chamar por mamãe, questionava:

- Qual das duas?
- A Filha! Respondíamos.

Aos poucos passamos a chamar nossa avó de Mãe filha! Estranho? Nem tanto, pois quando ela tornou-se, anos depois, passou a ser chamada de Vovó-mãe-filha pelos bisnetos. Para os netos mais novos ela era apenas Filha, como para a maioria da família.

Nossos amigos também a chamavam por Mãe-filha, carinhosamente, bem como seu genro e genros e nora de sua filha, bem como de seus outros filhos.

A idade não perdoa e quando o primeiro bisneto de nossa mãe-filha já estava com cinco anos de idade, ela já apresentava algumas rugas em seu rosto, talvez resultado de seu constante e quase fixo sorriso. Sempre foi uma pessoa alegre, generosa, amiga e divertida. Ótimo astral. Uma avó muito especial aquela Vovó-mãe-filha!

Estava Francisca com seu netinho, que sempre lhe fazia companhia, quando ele, depois de olhar muito para ela perguntou:

- Vovó-mãe-filha, por que seu rosto é todo cheio de amassadinhos? Que doença você tem?
Rindo muito, ela carinhosamente respondeu:

- Não é doença! São rugas. É velhice!